Mulher!
Da tua origem Mulher, símbolo da vida
Quase tão antiga como o tempo...
Há páginas de epopeias sobre os anos
que constituem a tua carne!
Holocaustos de ternura e de tragédia
Erguem bandeiras, que foram desde sempre
A tua origem de independência, ao
homem e ao tempo,
Embora as leis digam que não!

Coleópteras soberbas ditaram o caminho
Que tens a percorrer, e os avanços e recuos
do teu sonho,
Sempre tiveram paradigma ancestral
Do teu fatalismo sem sentido!
Agora que outro sonho veio, serás sempre:
Para sempre mulher, e ninguém te
olhará mais como escrava...
E a tua submissão ao homem primitivo,
Será apenas o espaço dos teus lábios que se abrem
Para dizer amor, como quem diz filho...
Na vida que lhe deste, desde o grito
Em que a manhã te fêz em Universo!
Ferdinando
Da tua origem Mulher, símbolo da vida
Quase tão antiga como o tempo...
Há páginas de epopeias sobre os anos
que constituem a tua carne!
Holocaustos de ternura e de tragédia
Erguem bandeiras, que foram desde sempre
A tua origem de independência, ao
homem e ao tempo,
Embora as leis digam que não!

Coleópteras soberbas ditaram o caminho
Que tens a percorrer, e os avanços e recuos
do teu sonho,
Sempre tiveram paradigma ancestral
Do teu fatalismo sem sentido!
Agora que outro sonho veio, serás sempre:
Para sempre mulher, e ninguém te
olhará mais como escrava...
E a tua submissão ao homem primitivo,
Será apenas o espaço dos teus lábios que se abrem
Para dizer amor, como quem diz filho...
Na vida que lhe deste, desde o grito
Em que a manhã te fêz em Universo!
Ferdinando
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