Mesmo assim, muitas mulheres tiveram coragem de enfrentar a sociedade e desenvolver o seu próprio pensamento. No campo filosófico, várias mulheres se destacaram como Hannah Arendt, Simone Weil, Edith Stein, Mari Zambrano e Rosa Luxemburgo. Estas mulheres, contrariando a ordem patriarcal de seu tempo, foram filósofas importantes e, sem dúvida, contribuíram decisivamente para a construção do conhecimento.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Pensa, pensa, pensa e diz o que pensas (porque hoje já podes)
Mesmo assim, muitas mulheres tiveram coragem de enfrentar a sociedade e desenvolver o seu próprio pensamento. No campo filosófico, várias mulheres se destacaram como Hannah Arendt, Simone Weil, Edith Stein, Mari Zambrano e Rosa Luxemburgo. Estas mulheres, contrariando a ordem patriarcal de seu tempo, foram filósofas importantes e, sem dúvida, contribuíram decisivamente para a construção do conhecimento.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Mulheres que fazem História - 15
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Mulheres que fazem História - 14
Uma voz cortante, poderosa, capaz de levar o ouvinte a abismos de paixão ou de dor lancinante. Maria Callas é a emoção superlativa. Uma diva única, quase força da natureza. Quem viu seus olhos expressivos, a visceral interpretação de suas violetas, rosinas, turandots, lucias e normas jamais voltará a se conformar somente com uma bela voz de soprano. A indomável Callas, geniosa, intempestiva, era regida pelos sentimentos. Em sua pele, nenhum personagem de ópera era ficcional. O sangue fervia, a dramaticidade explodia, puro êxtase. Butterfly era um lamento nunca ouvido, Magdalena a voz da emoção, e Violeta morria de olhos abertos, encarando uma platéia atônita e chocada.
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Mulheres que fazem História - 13
A infanta D. Isabel tornara-se conhecida em beleza discrição e santidades. As suas virtudes levaram muitos príncipes apresentavam-se a D. Pedro como pretendentes à mão da sua admirável filha. Os pais escolheram o mais próximo, D. Dinis, herdeiro do trono de Portugal, que era também o mais dotado de qualidades. Isabel estava mais inclinada a encerrar-se num convento, no entanto, como era submissa, viu no pedido dos pais, a vontade do céu. Foram assinadas a 11 de Fevereiro de 1282 as bases do contrato de casamento, e o matrimónio realizou-se na vila de Trancoso, no dia de S. João Baptista de 1282. Nos primeiros tempos de casada acompanhava o marido nas suas deslocações pelo país e com a sua bondade conquistou a simpatia do povo. Dava dotes a raparigas pobres e educava os filhos de cavaleiros sem fortuna.
Isabel deu ao rei dois filhos: Constância, futura rainha de Castela e Afonso, herdeiro do trono de Portugal. As numerosas aventuras extraconjugais do marido humilhavam-na profundamente. Mas Isabel mostrava-se magnânima no perdão criando com os seus também os filhos ilegítimos de Dinis, aos quais reservava igual afecto. Entre seus familiares, constantemente em luta, desempenhou obra de pacificadora, merecendo justamente o apelido de anjo da paz. Desempenhou sempre o papel de medianeira entre o rei e o seu irmão D Afonso, bem como entre o rei e o príncipe herdeiro. Por sua intervenção foi assinada a paz em 1322.
A sua vida será marcada por quatro virtudes fundamentais: a piedade, a caridade, a humildade e a inquietude pela paz. Tornou-se uma mulher de grande piedade conservando em sua vida a prática da oração e a meditação da Palavra de Deus. Buscou sempre a reconciliação e a paz entre as pessoas, as famílias e até entre nações. D. Isabel costumava dizer “Deus tornou-me rainha para me dar meios de fazer esmolas.” Sempre que saía do paço era seguida por pobres e andrajosos a quem sempre ajudava.
Após a morte de seu marido, entregou-se inteiramente às obras assistenciais que havia fundado, não podendo vestir o hábito das clarissas e professar os votos no mosteiro que ela mesma havia fundado, fez-se terciária franciscana, após ter deposto a coroa real no santuário de São Tiago de Compostela e haver dado seus bens pessoais aos necessitados. Fixou residência em Coimbra, junto ao convento de Santa Clara, nos Paços de Santa Ana, de que faria doação ao convento. Mandou edificar o hospital de Coimbra junto à sua residência, o de Santarém e o de Leiria para receber enjeitados.
Viveu uma profunda caridade sendo sempre sensível às necessidades dos pobres e excluídos. Viveu o resto da vida em pobreza voluntária, dedicada aos exercícios de piedade e de mortificações. Isabel faleceu a 4 de Julho de 1336, deixando em testamento grandes legados a hospitais e conventos.
O povo criou à sua volta uma lenda de santidade, atribuindo-lhe diversos milagres e a santa foi canonizada em 1625. Foram atribuídos muitos milagres, como a cura da sua dama de companhia e de diversos leprosos. Diz-se também que fez com que uma pobre criança cega começasse a ver e que curou numa só noite os graves ferimentos de um criado. No entanto o mais conhecido é o milagre das rosas.
Reza a lenda que, durante o cerco de Lisboa, D. Isabel estava a distribuir moedas de prata para socorrer os necessitados da zona de Alvalade, quando o marido apareceu. O rei perguntou-lhe: “O que levais aí, Senhora?” Ao que ela, com receio de desgostar a D. Dinis, e, como que inspirada pelo céu respondeu: Levo rosas senhor....” E, abrindo o manto, perante o olhar atónito do rei, não se viram moedas, mas sim rosas encarnadas e frescas Beatificada pelo Papa Leão X(breve de 15/04/1516) e em 1625 foi canonizada pelo Papa Urbano VIII. Por ordem do bispo D. Afonso de Castelo Branco abriu-se o túmulo real, verificando-se que o corpo da saudosa Rainha estava incorrupto. A canonização solene teve lugar em 1625. Quando esta notícia chegou à cidade realizaram-se grandes festejos que se prolongam até aos nossos dias.
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Mulheres que fazem História - 12
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Mulheres que fazem História - 11
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Mulheres que fazem História - 10
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Mulheres que fazem História - 9
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Mulheres que fazem História - 8

Francisca Edwiges Neves, a Chiquinha Gonzaga, nasceu no Rio de Janeiro, a 17 de outubro de 1847. Filha de uma família ilustre do Império, Chiquinha Gonzaga educou-se com o Cônego Trindade e com o Maestro Lobo, casando-se, aos treze anos, com Jacinto Ribeiro do Amaral, um oficial da Marinha Mercante. O casamento durou o tempo de transformar Chiquinha em mãe de cinco filhos. Ela não aguentou mais a reclusão do navio onde seu marido servia e as ordens dele para que ela não se envolvesse com a música. Naquela época, uma mulher que abandonasse o marido tornava-se responsável por uma "vergonha" que devia enfrentar sozinha. Depois de mais uma experiência amorosa frustrante, Chiquinha Gonzaga compreendeu sua falta de vocação para o casamento. Passou, então, a viver como mulher independente, situação em que pôde revelar sua verdadeira personalidade. Trabalhou como professora de piano e obteve grande sucesso, tornando-se também compositora de polcas, valsas, tangos e cançonetas. Ao mesmo tempo, juntou-se a um grupo de músicos de choro, com quem tocava em festas. Foi a necessidade de adaptar o som de seu piano ao gosto popular que lhe valeu a glória de se tornar a primeira compositora popular do país. O sucesso de Chiquinha Gonzaga começou em 1877, com a polca "Atraente". A partir da repercussão de sua primeira composição impressa, Chiquinha resolveu se lançar no teatro de variedades. estreiou compondo a trilha da opereta de costumes "A Corte na Roça", de 1885. Em 1934, aos 87 anos, Chiquinha Gonzaga escreveu a partitura da opereta "Maria". Chiquinha compôs as músicas de 77 peças teatrais, tornando-se responsável por cerca de 2000 composições. Em 1897, todo o Brasil dançou sua estilização do corta-jaca, sob a forma de tango "Gaúcho", mais conhecido como "Corta-Jaca". Dois anos depois, compôs "Ó Abre Alas", a primeira marcha carnavalesca que se tem notícia. E foi cercada dessa glória que Chiquinha Gonzaga viveu até 28 de fevereiro de 1935, às vésperas do carnaval, festa que ela tanto amava.
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Mulheres que fazem História - 6
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Mulheres que fazem História - 5
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Mulheres que fazem História - 4
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Mulheres que fazem História - 3
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Mulheres que fazem História - 2
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Mulheres que fazem História - 1
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
É a isto que se chama evolução??

Ao contrário do que se poderia pensar, não há crimes «tipicamente femininos». O que há é circunstâncias inerentes à consumação do crime. Ou seja, o crime aconteceu porque eram mulheres. como se não bastasse, o facto de se ser mulher leva à «dupla punição» - porque a sociedade aceita melhor que um homem cometa um crime do que uma mulher; a quem não se tolera desvios ao papel que dela é esperado: "continua a esperar-se da mulher um comportamento de maior recato e dedicação à familia. Ainda se espera que a mulher tenha relações mais ou menos estáveis. Espera-se que não seja violenta. Espera-se que cumpra as normas sociais. Espera-se que não cometa crimes. A pressão e o controlo social sobre as mulheres são muito mais acentuados do que nos homens.", afirma a autora do estudo.
E se no universo prisional português mais jovens o número de raparigas detidas é muito inferior ao de rapazes, o mesmo já não acontece naquilo a que se chama a idade adulta: a taxa de detenção de mulheres em Portugal é das mais elevadas da Europa. Razões para reflectir no muito que ainda há para mudar nas menstalidades e comportamentos de uma sociedade que se diz evoluída neste inicio do século XXI.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Se não têm pão, comam brioches!
partir de 1774. Exerceu grande influência a vários níveis sobre o seu marido, nomeadamente a nível político, embora pouco soubesse da vida dos plebeus franceses e do custo dela. Devido aos seus hábitos esbanjadores e excêntricos, a corte francesa arruinava-se a olhos vistos. Por isso o povo apelidava-a de «madame déficit», odiando-a sem nada para comer. Existe uma famosa frase: "Se não têm pão, comam brioches" que supostamente foi proferida por si quando a população, faminta, gritava em frente aos portões de seu palácio por algo para comer. Em 1792 foi detida e encarcerada pela revolução. Aquando do seu julgamento, Maria Antonieta teve de se sentar num banco duro de madeira, enquanto o presidente procedia ao interrogatório. As perguntas sucederam-se de modo desordenado, algumas sem a menor importância, com a intenção de supliciar a rainha. Esta respondeu com precisão algumas vezes, com prudência outras, com altivez sempre. Maria Antonieta foi condenada à morte e executada no dia 16 de Outubro de 1793, morrendo na guilhotina.Um filme sobre a vida da rainha foi feito com o nome de Marie Antoinette, dirigido por Sofia Coppola.
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domingo, 4 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
La Vie en Rose
reverenciada como uma das grandes vozes do século: Édith Giovanna Gassion, mais conhecida como Édith Piaf nasceu em Paris a 19 de Dezembro de 1915 e morreu a 10 de Outubro de 1963. Foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da canção. Cresceu no clima dos cabarés e boates franceses, sempre acompanhando a mãe, Line Marsa, que cantava nestes lugares. Iniciou sua carreira com apenas 15 anos, apresentando-se em cafés e nas ruas. Com maneira própria de interpretar e uma voz singular ficou conhecida com canções como “Je ne Regrette Rien” e “La Vie en Rose”, tornando-se um dos maiores nomes da música francesa. Mas a vida da cantora foi tudo menos fácil. Edith sofreu muito na infância, viajando com o seu pai, um contorcionista, e também sofreu de muitas paixões arrebatadoras como toda boa e autêntica francesa. Em Junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela com o título "Piaf" (originalmente "La Môme", e em inglês "La Vie En Rose") de Olivier Dahan.
Músicas de Edith Piaf: http://edith-piaf.narod.ru/pesni.html
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A Mulher e o Islão
a como um objecto. Este abuso começa desde que são meninas, pois proibidas de ir à escola são condenadas ao eterno analfabetismo. Embora o Islão não proíba as mulheres de trabalhar, enfatiza o seu lugar a tomar conta da casa e da família. Depois há, como se vê, milhares de viúvas que, sem poder ganhar o seu sustento, vivem de esmolas e passam fome. Qualquer uma que seja suspeita de transgressões é espancada ou executada. Em muitos países muçulmanos há matanças relativamente frequentes por motivos de honra. A razão apontada para as matanças é a crença de que a mulher tenha causado à família uma "perda de honra" e por isso "mereça" ser morta. E todas as nódoas negras que o marido tem o DIREITO de causar no corpo da mulher ficam escondidas debaixo das longas túnicas que usam (as burqas). O Islão recomenda a modéstia sem recomendar abertamente o cobrir de alguma parte, pelo que, cá para mim, elas são obrigadas a usá-las para tapar os efeitos das agressões que sofrem. O Corão contém versículos dedicados a deixar claro que, aos olhos de Alá, homens e mulheres são iguais. Como se explica, então, que as mulheres tenham de viver prisioneiras e cobertas por véus, em pleno século XXI? Na verdade, a pura religião descrita no Corão está muito longe daquilo que foi, ao longo dos anos, distorcido pelos homens para fazer valer as suas vontades. A Circuncisão feminina, por exemplo, não é referida em nenhuma parte do livro sagrado, embora seja praticada na África.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
As Mulheres e o Halloween
com bruxas. Era um festival do calendário celta Irlandês, o festival de fim de verão, que celebrava o início do ano novo, entre 30 de Outubro e 2 de Novembro. Mais tarde, a Igreja Católica tentou eliminar esta festa pagã, chamada Samhain, instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. 
as e/ou pagãs. Todas as que fossem alvo de tal suspeita eram designadas por bruxas, com elevado sentido negativo e depreciativo, devendo ser julgadas pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimadas na fogueira nos autos-de-fé. Este ano, a agência de notícias «Associated Press» e o Instituto Ipsos nos Estados Unidos da América decidiram fazer uma pesquisa de opinião, entre 16 e 18 de Outubro, e perguntaram aos norte-americanos que candidato presidencial de 2008 seria a fantasia de Halloween mais assustadora. Os números não deixam margem para dúvidas, Hillary Clinton aparece no topo da lista, eleita por 37 por cento dos inquiridos. Embora esta notícia traga popularidade para Hillary Clinton, não sei se me sentiria muito feliz no lugar dela. Afinal de contas, ela foi eleita a maior BRUXA de todas...
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Eva Péron VS. Cristina Kirchner
tornando-se primeira-dama quando o general Juan Péron foi eleito presidente. Famosa pela sua elegância e carisma, Evita conquista o apoio da população pobre, na maioria emigrante de origem rural a quem ela chamava de "descamisados". Por força da sua personalidade decidida e por ser uma defensora incansável dos pobres, Eva muitas vezes foi confundida como sendo militante de esquerda, embora ela rejeitasse totalmente esse título. Para os pobres que ela defendia, Evita nunca foi uma líder ideológica, ela era muito mais do que isso. Era uma benfeitora, uma líder espiritual da nação argentina, quase uma santa. Eva Perón foi, na verdade, a inspiração do povo pobre e trabalhador da Argentina.
Por isso, na passada quinta-feira, no centro de Buenos Aires, milhares de argentinos juntaram-se para homenagear Evita Perón no aniversário da sua morte, ocasião aproveitada pelo Presidente Nestor Kirchner para impulsionar a candidatura da sua mulher, Cristina Kirchner.Acompanhada pelo marido e por vários ministros, Cristina esteve presente e evocou o exemplo de Evita Perón para a comparar a si própria.
Cristina tornou-se esta madrugada a primeira presidente da Argentina. Sucederá o marido, como chefe de Estado, e prometeu tentar manter o forte crescimento económico do país. Entre os desafios do novo governo, que assumirá o poder a 10 de Dezembro, está o de manter o difícil equilíbrio entre a aliança estratégica com a Venezuela de Hugo Chávez e uma melhoria na relação com os Estados Unidos.
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domingo, 28 de outubro de 2007
Why Don't You Do Right?
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Marilyn Monroe, a maior sex symbol de todos os tempos
Em 1944, o fotógrafo Davis Conover utilizou-a para a sua sessão de fotos e começou a enviar-lhe propostas de trabalho como modelo. Até 1946 foi capa de várias revistas e assinou o seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox. Ganhando $125 por semana, Norma pintou o cabelo de loiro e mudou o nome para Marilyn Monroe.
Em 1955, Marilyn estava pronta para abandonar
a imagem de furacão loiro. Isso tinha-lhe proporcionado o estrelato, mas agora que tinha várias oportunidades e experiência, Marilyn queria seguir com seriedade a carreira de actriz. Em 1956, abriu a sua própria produtora, "Marilyn Monroe Produtores". Foi reconhecida pelo seu trabalho e ganhou um globo de ouro como "Melhor actriz Comediante".Nos globos de ouro de 1962, Marilyn foi nomeada como personalidade feminina favorita de todo cinema mundial, provando mais uma vez que era totalmente adorada.Na manhã do dia 5 de Agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia (supostamente).
Ela foi mais do que uma estrela de cinema e rainha do glamour: foi um verdadeiro furacão e a sua popularidade foi muito além de qualquer ícone. Hoje o nome “Marilyn Monroe” é sinónimo de beleza, sensualidade e classe. Ela continua a ser considerada uma inspiração para todos aqueles que lutam pelos seus ideais e superam todos os obstáculos.
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Cátia Reis
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Boop Oop a Doop!
Esta sexy personagem apareceu pela primeira vez num desenho a
nimado em 1930, chamado Dizzy Dishes, como a primeira pin-up de animação. A princípio, ela foi criada para ser a namorada de Bimbo, o seu cão e por isso tinha aparência canina. Mais tarde transformaram as suas orelhas de cão em grandes brincos com formato de argolas e o nariz foi desenhado como humano. A sua primeira aparição totalmente humana foi no desenho Any Rags, de 1932. O desenhista inspirou-se para criar Betty, em Helen Kane, conhecida como "Boop Oop a Doop Girl", e cuja canção acabou por ficar como sua marca de referência. A sensualidade da personagem tem influência não apenas na canção de Helen Kane, mas no estereótipo das divas da década de 30.Em alguns episódios, Betty passa por situações delicadas, como perder o top e aparecer apenas de sutiã ou perder até todo o vestido. Porém, a intenção dos produtores nunca foi a pornografia. A intenção era apenas retratar a sensualidade das mulheres daquele tempo. Uma verdadeira pin-up, Betty fazia comédia, dançava, cantava e encantava sua plateia. A sua última aparição oficial foi no filme Uma Cilada para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit?), em 1988. Betty, deixas saudade!
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Cátia Reis
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6:29 a.m.
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
O lugar da Mulher na Igreja (ou a falta dele)
Gostava de ver se, durante um mês, as mulheres não fossem à Igreja! Era interessante assistir a uma missa na minha territa se as beatas do costume não lá estivessem… é que não estaria lá mais ninguém. Esta era a única forma de mostrarmos a nossa importância e a Igreja, por seu turno, via-se ‘obrigada’ a alterar a sua posição.
Para além de Maria Madalena, há outras personagens históricas que marcam a posição da mulher na Igreja, como Joana D’Arc, que se disfarçou de homem e adoptou o nome de Johannes Angelicus. Em virtude da sua inteligência, foi eleita Papa – a primeira e única da História. Pouco depois, engravidou e, durante uma procissão, deu à luz. Foi amarrada a um cavalo, arrastada para fora de Roma e apedrejada até à morte.
Hoje em dia, na sociedade Ocidental, já ninguém é apedrejado até à morte, o que pode servir de incentivo se alguém estiver a pensar em arquitectar algum plano! Eu, sinceramente, não tenho interesse pessoal por assuntos relacionados com a Religião e fico-me pela escrita deste comentário. Dou, no entanto, o meu apoio a qualquer forma de reivindicação.
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Cátia Reis
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1:33 p.m.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Mais uma aula, mais um plano
Para além disso, começámos já a divulgar mais o blog e por isso esperamos ver mais coments e votos. Falta pouco para acabar a votação gente, é a votar!
P.S.: aceitam-se sugestões para posts a enviar para projecto_ser_mulher@hotmail.com .Danke schoen!!
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Cátia Reis
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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Como conquistar uma mulher de verdade!
Homens, observem e aprendam como uma se faz uma serenata a sério!
Que loucura minha gentxi!!
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1:56 p.m.
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As mulheres portuguesas são parvas
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
"O Belo e o Bom" .. Conceitos distintos?
Mas, se julgarmos tendo por base a nossa experiência diária, tenderemos a definir como bom aquilo que gostariamos de possuir, tudo aquilo que nos desperta a atenção, a vontade, o desejo e o prazer.
Porém, se reflectirmos bem sobre o conceito de Beleza compreenderemos que se trata de ter a oportunidade de gozarmos alguma coisa por aquilo que é, independentemente do facto de a possuirmos, não concordam?
«Paradoxal em todas as suas acepções, o Belo é aquilo que mais depressa se apreende quando se encontra e que mais dificilmente se explica, quando se tenta; altamente subjectivo, de acordo com padrões históricos, artísticos, estéticos ou individuais, parece, em simultâneo, de uma objectividade precisa quando reúne grande parte da humanidade em seu redor.»
Autor: Lancastre , Margarida
Fonte Xis (Público)
«A beleza poderá ser o que não tem a ver com a aparência, mas, sim, o que numa pessoa vem sinalizar a sua capacidade de se deixar olhar e mergulhar em transparência.»
Autor: Prado Coelho , Eduardo
Fonte Público
«O belo bem que poderia ser uma outra forma de dizer o inatingível. O belo, como todos os conceitos difíceis que usamos levemente, está para lá do que se vê.»
Autor: Leal , Isabel
Fonte Notícias Magazine (DN)
Post publicado por Filipa Valente
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Cátia Reis
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Por detrás das Aparências
A história passa-se numa pequena aldeia francesa, onde vive a inteligente e bonita Bela. Um dia, o seu pai é feito prisioneiro por uma fera muito feia e assustadora e para salvá-lo, ela oferece-se para assumir o seu lugar. Com o passar do tempo, Bela descobre que por detrás da figura monstruosa daquela fera existe um bom coração. O monstro tinha afinal uma personalidade encantadora e só se tornou rude e agressivo para se defender da população que o queria matar pela sua figura horrorosa. Sensata e delicada como é, Bela consegue ver além do seu aspecto físico e acaba por se apaixonar por ele. No final do filme, o Monstro transforma-se em humano e os dois vivem felizes para sempre.
Não há outra alusão à beleza real como há neste filme. É isto que devíamos tentar fazer, ver além daquilo que é aparente para conseguir viver felizes para sempre...
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Cátia Reis
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4:03 a.m.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Ser Mulher - Gilka Machado
Ser mulher, vir à luz trazendo a alma talhada
para os gozos da vida, a liberdade e o amor,
tentar da glória a etérea e altívola escalada,
na eterna aspiração de um sonho superior...
Ser mulher, desejar outra alma pura e alada
para poder, com ela, o infinito transpor,
sentir a vida triste, insípida, isolada,
buscar um companheiro e encontrar um Senhor...
Ser mulher, calcular todo o infinito curto
para a larga expansão do desejado surto,
no ascenso espiritual aos perfeitos ideais...
Ser mulher, e oh! atroz, tantálica tristeza!
ficar na vida qual uma águia inerte, presa
nos pesados grilhões dos preceitos sociais!
Gilka Machado
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
O namoro dos anos 20
Na sala de baile o cavalheiro que pretendesse dançar dirigia-se à dama escolhida e pedia-lhe "a fineza" de dançar com ele. Dançar era um cerimonial importante e assentava sob rígidos padrões de comportamento. Os homens deveriam ser secos, segundo os manuais de etiqueta, e convidavam com frases estandartizadas que podiam soar assim: «V. Ex.ª dá-me o prazer de ser meu par para esta valsa?» Despedindo-se desta forma: «Às ordens de V. Ex.ª».
A Igreja Católica não via com bons olhos os bailes em geral. Como tal, seria preciso o máximo dos "cuidados". As senhoras deveriam notar se o cavalheiro não apertava demasiadamente a cintura ou estreitava com algum ardor o corpo do par. Mas outras precauções eram tomadas: uma senhora nunca olhava de frente o seu par. Deveria deixar guiar-se pelo homem e nunca acelerar o passo.
A mutação de costumes encontra-se ligada à situação de guerra entre 1914 e 1918. A moda transfigura-se. Os modelos adquirem uma outra leveza e maleabilidade. Dançava-se o charleston, o tango, o schimmy, o fox-trot, o black-bottan, o jazz, o one-step, o java. Também o camel walk, o Houti, e o Pointée. Os movimentos tornavam-se mais ajustados ao corpo, os cabelos encurtavam-se, longos colares pendiam provocantes em pescoços esguios; as silhuetas emagrecidas libertas de espartilhos e de corpetes.
A Igreja, essa, não se compadecia destes gostos. Condenava, mesmo nos anos vinte, as novas modas dançantes onde a aproximação entre os sexos se tornava mais fácil em «movimentos cadenciados altamente luxuriosos, gestos lubricamente acariciantes».
Para além de amores e desamores, ilusões ou enganos, o namoro existia enquanto estratégia de sedução. O namorado de 1920, é uma espécie de janota enforcado em colarinhos. Leu alguns livros proibidos, um pouco de Júlio Verne, recita poesia, é sócio de uma academia familiar, vai com frequência às touradas de Algés e flirta abundantemente as coristas do teatro de revista. A mulher tornada inacessível pelas normas sociais representa no imaginário romântico uma irrealidade enquanto anjo, fada do lar, deusa ou sol da existência.
O namoro correspondia a uma fase preliminar cuja sequência última finalizava no matrimónio, procurando-se, quantas vezes, através deste meio, ascender social e economicamente.
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Cátia Reis
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1:07 p.m.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Uma Civilização Superior (ou nem por isso...)
Depois veio a Civilização Romana. Aí o homem possuía todo o poder e autoridade sobre a sua família, incluindo o direito de tirar a vida à sua própria mulher. Um esposo romano podia facilmente afastar a sua mulher por mero capricho. Entre os romanos a mulher não possuía personalidade legal. Ela nunca podia aparecer no tribunal como queixosa. Era vista como uma menor, demente, como uma pessoa incapaz de fazer ou de agir de acordo com a sua preferência. A sua propriedade passava para as mãos do seu marido pelo casamento. Ela não podia obter ou deter qualquer tipo de propriedade. Não podia ser testemunha, não podia comprar ou vender, nem fazer parte de qualquer contrato. Com o avanço da civilização, o conceito humano com respeito à posição da mulher sofreu uma profunda alteração. As regras que determinavam o casamento sofreram, gradualmente, uma completa "metamorfose" que as condições mudaram para pior. O divórcio foi facilitado, e o matrimónio era efectuado com bases que eram pouco sólidas. Naqueles dias, as mulheres tinham por hábito casarem-se diversas vezes; S. Jerónimo menciona uma mulher maravilhosa, cujo último marido tinha sido o seu 23º, tendo sido, ela própria, a 21º mulher do seu marido. Homens e mulheres tomavam banho juntos nos banhos públicos. Quando os Romanos ficaram de tal maneira absorvidos por paixões animalescas, a sua glória desapareceu por completo, sem sequer deixar rasto atrás de si.
Como se vê, estas Civilizações tinham-se como superiores mas afinal era graças à escravatura e humilhação dos mais fracos. No entanto, mais cedo ou mais tarde acabaram por cair…vai-se lá saber porquê…
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Cátia Reis
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6:21 a.m.
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domingo, 7 de outubro de 2007
Campanha Por Beleza Real
A Campanha Por Beleza Real promovida pela Dove não é novidade para ninguém, mas o novo vídeo mostrou uma recente preocupação.
A campanha teve a colaboração do célebre fotógrafo Ian Rankin e apresentou um grupo de mulheres reais com alguns quilinhos a mais exaltando os seus corpos, que nem sempre estão presentes nas fotos dos anúncios publicitários. Estas mulheres foram recrutadas nas ruas e escolhidas a dedo pela sua auto-confiança e brilho e posaram apenas nas próprias roupas íntimas, sem maquilhagens ou qualquer tipo de retoque especial.
Este vídeo tem como propóstio fazer com que as mulheres tomem consciência de que a beleza 'utópica' não existe, existe antes maquilhagem perfeita e programas de Photoshop super evoluídos. A ideia era que as mulheres deixassem de ser tão exigentes consigo próprias e entendessem que são bonitas cada uma à sua maneira. Convencidas? Talvez não...
Por outro lado, é engraçado, uma empresa que sobrevive à custa da vaidade promover uma campanha assim...O que é certo é que parece que nós, mulheres, adorámos a ideia e eu até fiquei fã da Dove.
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Cátia Reis
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6:38 a.m.
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sábado, 6 de outubro de 2007
Anorexia nervosa: o testemunho de Isabelle Caro
italianas, num gesto de sensibilização para a anorexia.A modelo Isabelle Caro, francesa, pesa apenas 31 quilos e é o novo rosto da campanha da marca Nolita. As suas fotografias mostram a jovem completamente nua, de costas ou de frente, e com as palavras "No Anorexia". Isabelle Caro decidiu posar nua "para que as pessoas saibam e vejam o que é realmente a anorexia. Escondi-me durante muito tempo. Agora quero mostrar-me sem medo, ainda que o meu corpo cause repugnância. Os sofrimentos físicos e psicológicos que padeci podem servir de ajuda a quem caiu na situação da qual estou a tentar sair", afirma a jovem.
A presidente da Associação para o Estudo e Investigação sobre a Anorexia, considerou "um exagero" mostrar o corpo da jovem "de uma maneira tão crua", acrescentando que as fotografias podem provocar em muitas raparigas doentes "uma espécie de inveja" em relação à magreza de Isabelle. Por sua vez, o presidente da Associação Italiana de Problemas da Alimentação e do Peso, Riccardo Dalle Grave, sustentou que as imagens tornam "banal um problema sério". Já Luísa Bertoncello, administradora-delegada da marca Nolita, confessou que ficou emocionada quando viu as imagens pela primeira vez, devido à sua "verdade", e entendeu que "era justo usar a publicidade como meio de sensibilização para os males da sociedade". A campanha publicitária, que coincide com a Milan Fashion Week, é apoiada pelo Ministério da Saúde italiano.
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Cátia Reis
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10:05 a.m.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Conceito de Beleza: mas qual conceito?!
As duas grandes guerras que a humanidade
enfrentou alteraram, cada uma à sua medida, o padrão de beleza vigente. Logo no início do século XX, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) gerou a sensação de que era necessário "viver o presente", influenciando o comportamento da Mulher. Ela deixou o recolhimento de parte para assumir o look "mulher fatal", inspirada principalmente na actriz americana Theda Bara, que abusava da maquilhagem e da
sensualidade. Já no final da década de 30, o máximo de beleza que uma mulher podia ambicionar eram pernas longas e bem delineadas como as de Marlene Dietrich. O grande responsável por essa obsessão feminina foi o surgimento das meias finas de nylon, que logo se tornaram mania entre as consumidoras.Entre as décadas de 40 e 50, uma nova mudança estava à vista: o corpo cheio de curvas das pin ups - modelos que posavam para calendários - tornou-se moda, principalmente pelo sucesso de Marilyn Monroe. As formas roliças e generosas que essas jovens exibiam, quase sempre dentro de trajes diminutos, resultaram da Segunda Guerra Mundial (1940-1945): depois dos tempos difíceis, a abundância e a fartura eram o desejo da população, e isso estendeu-se também ao corpo das mulheres.
Os anos 60 também trouxeram novidades, que logo se estenderam à moda. O crescimento do movimento feminista, que culminou com a queima de sutiãs em praça pública, contribuiu para o sucesso das magrinhas "tipo tábua", como a famosa modelo inglesa Twiggy. Essa tendência foi se intensificando nos anos seguintes, e culminou
na década de 80, quando o culto à magreza atingiu seu auge. A mania das aulas de aeróbica e o surgimento da lipoaspiração, em 1982, contribuíram para a moda dos corpos magros. Mas foi no início da década de 90 que o mundo das passarelas e dos desfiles de moda se popularizou com força total, devido principalmente à glamourização da vida das top models pelos média. Com isso, as mulheres passaram a inspirar-se nas modelos milionárias como ideal de beleza. E havia lugar para tudo: desde as curvas de Cindy Crawford até o visual anoréxico de Kate Moss. Essa década trouxe ainda outra novidade: as próteses de silicone para os seios, antes consideradas cancerígenas, foram absolvidas após inúmeras pesquisas, e caíram moda. Como podemos perceber, através dos séculos as mulheres sempre tiveram um ideal de beleza para se inspirar. É natural encarar uma dieta, ginásio ou mesmo cirurgia plástica para ficar mais próxima desse ideal. Porém, isso pode ser perigoso se não houver bom senso, pois cada mulher possui uma estrutura corporal diferente e não adianta querer mudar isso.
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Cátia Reis
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12:45 p.m.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Bem-vindos ao nosso Blog!
Esta disciplina surge novamente no 12º ano, depois de os alunos do secundário se terem sentido gratos por se livrarem no 10º e 11º anos do fardo que a mesma constitui. Honestamente, foi com choque e uma certa revolta que nós mesmas a vimos regressar aos nossos horários…
Mas antes de mais, falemos um pouquinho acerca de nós mesmas. O nosso grupo é constituído por três elementos: Cátia, Filipa e Isabel. Na verdade, não foi fácil conseguirmos a vantagem de constituir um grupo com tão poucos elementos, mas persuasão é qualidade que não nos falta. Outra qualidade que temos é a dedicação e sentido de trabalho, e por isso arregaçámos as mangas e comprometemo-nos a aceitar área de projecto de punho erguido! É isso mesmo, cá vamos nós à peleja dar o nosso melhor e lutar para que realmente este projecto valha a pena!
E como assim é, elegemos um tema também ele tão forte quanto a nossa convicção de trabalho. Determinámos que o nosso projecto vai incidir todo ele na Mulher, incluindo a evolução do seu conceito de beleza, do seu status na sociedade, etc. Já planeámos mil e uma coisas que queremos fazer e estamos a fervilhar por dentro de ideias! Não podemos é revelar tudo aqui ou a piada perdia-se. Costuma-se dizer que o melhor fica para o fim…
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Cátia Reis
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1:06 p.m.
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