quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Twiggy - O Glamour dos 60

Mesmo os que não percebem muito de moda já ouviram falar de Twiggy, a modelo-símbolo dos criativos anos 60 e a primeira top model do mundo. Magérrima, pequena, com cabelo curtinho e imensos olhos realçados com camadas de rímel e pestanas postiças, Twiggy tornou-se ícone de toda uma geração.Nascida em 1949, em Londres, Lesley Hornby pertencia a uma família de classe média e foi descoberta em 1966, quando trabalhava num salão de cabeleireiro e pouco mais tarde já estava na capa da Elle. Twiggy foi uma deliciosa febre que tomou conta da Europa e dos Estados Unidos. A sua aparência frágil teve um efeito devastador nos media, justamente por se contrapor ao padrão de beleza feminina da década anterior (anos 50): mulheres voluptuosas e sensuais como Marilyn Monroe. Chegou a dar nome e rosto a bonequinhas de papel, jogos, canetas, cabides, meias e até máscaras, chegando em 1967 a Nova York com status de estrela. No entanto, a sua carreira foi bem curta - ela deixou de ser modelo em 1969 para apostar nas profissões de actriz e cantora. Participou em programas de TV e espetáculos da Broadway e gravou vários discos. Twiggy teve um retorno triunfal ao mundo da moda, quando participou num desfile do estilista Guillermo Mattiolo, em Milão, com 53 anos, 1,57 metros e nove quilos a mais (no auge, em 1966, pesava 43 quilos). Nos bastidores, brincou, bem-humorada, dizendo: "Perto da actual geração de top models, sinto-me gorda e pequena." Ela parece não sentir saudades da época de modelo. No livro Modelo - O Mundo Feio das Mulheres Lindas, declarou ao jornalista Michael Gross: "Eu costumava ser uma coisa. Agora sou uma pessoa."

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ser Mulher no Ministério da Cultura

A ministra da Cultura Isabel Pires de Lima foi hoje afastada do cargo, no quadro de uma remodelação que abrangeu, além do seu, o ministério da Saúde, menos de dois meses depois de lançada uma petição a pedir a sua demissão.A petição, que reuniu cerca de 2800 signatários, surgiu na sequência de um ano marcado por vários incidentes envolvendo o departamento liderado por Pires de Lima. Informada a 1 de Agosto de que não seria reconduzida no cargo, a investigadora confessou-se na altura "surpreendida" com a decisão da tutela, porquanto esta nunca lhe fizera “qualquer reparo”.
Em defesa do seu mandato à frente da Cultura, Isabel Pires invocou, nas entrevistas concedidas, nomeadamente à Lusa, a acção que desenvolveu para a descentralização da oferta cultural, para a defesa e conservação do património e para racionalizar as despesas do seu ministério. Várias vezes instada a equacionar a hipótese de uma remodelação que abrangesse também o seu ministério, respondeu sempre estar preparada para o que quer que acontecesse e determinada a sair com "a casa arrumada".

domingo, 27 de janeiro de 2008

Mulheres que fazem história - 16


Angelina Jolie nasceu no dia 4 de Junho de 1975, na cidade de Los Angeles, na Califórnia, EUA. Filha do actor Jon Voight e da ex-atriz e modelo Marcheline Bertrand.


Começou por estudar arte dramática no estúdio Lee Strasberg. No entanto, tornou-se conhecida no mundo cinematográfico ao interpretar o papel de Gia Garangi, no filme Gia - Fama e Destruição. Formou-se em Cinema na New York University e também frequentou o respeitado Lee Strasberg Theater Institute, em Nova York. Trabalhou também como modelo profissional em Londres, Nova Iorque e Los Angeles.
Angelina foi nomeada Embaixatriz da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas (ONU) pelo seu trabalho junto dos refugiados de Serra Leoa, Tanzânia e Paquistão, em 2000. Após conhecer o Camboja nas gravações do filme Lara Croft: Tomb Raider: A Origem da Vida adoptou um bebé, Maddox.
Em 2005 começou a relacionar-se com Brad Pitt, com quem trabalhou no filme Mr and Miss Smith. O casal começou a voar à volta do globo em missões humanitárias, juntamente com os filhos adoptivos da actriz. Brad Pitt acompanhou-a à Etiópia adoptando uma pequena menina, Zahara Marley. No fim de 2005, Brad e Angelina visitaram por duas vezes o Paquistão como embaixadores das Nações Unidas para ajudar as vítimas de um terramoto. No dia 2 de Dezembro de 2005 foi anunciado que Brad Pitt tinha iniciado o processo legal de adopção dos dois filhos de Angelina, Maddox e Zahara, tendo requerido também a mudança do sobrenome destes para Jolie-Pitt.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Naide Gomes, campeã 'made in Portugal'



Naide Gomes é uma campeã made in Portugal, apesar de só em 2001 ter adquirido a nacionalidade portuguesa. Vive em Portugal desde muito jovem.

O atletismo não fazia parte da sua vida, mas as qualidades naturais despertavam nela o prazer para a actividade física. "Nessa altura nem sabia sequer o que era atletismo. Comecei a praticar a modalidade com 13 anos, um ano após ter chegado a Portugal. Morava em Fernão Ferro e estudava no Feijó. Foi aí que comecei, mas desisti logo, porque chegava muito tarde a casa. Na altura pensei que tinha vindo para cá para estudar e que o atletismo não me dava futuro nenhum. Depois voltei outra vez por causa do meu professor de Educação Física. Disse que tinha talento e que me podia ajudar em termos profissionais. Voltei então para o atletismo, através do desporto escolar, e continuei."

"Iniciei-me com o salto em altura, mas sempre fiz um pouco de tudo. Lançava peso, saltava em comprimento, sempre treinei tudo. Só que terminava os 800 metros do heptatlo de rastos, chorava e dizia que não queria mais. Os 800 metros são para morrer. Então participei num heptatlo dos Campeonatos da África do Sul, sem treinar especificamente para isso. Fiquei em quarto lugar e fiz uma boa marca. Pensei, então, que podia melhorar e ser uma das melhores. Voltei a treinar com o objectivo de conseguir os mínimos para os Jogos Olímpicos de Sydney. A partir dai apostámos forte no heptatlo. Em todas as provas combinadas melhorei as minhas marcas, mas acabei por falhar os mínimos, ficando a 21 pontos. Optei por participar nos 100 m barreiras sem mínimos. É outro mundo. Entrei naquele estádio e pensei que queria ser uma das melhores, tinha de ser. Então vim com mais motivação. Nos Jogos acho que fiz 14,41. Não foi assim tão mau”, afirma Naide Gomes.

A naturalização, porém, só surgiu em Maio de 2001 "Tinha 17 anos quando pedi a naturalização. Mas só uns anos depois é que recebi o parecer positivo. Eu vivo cá, estudo cá, tenho cá toda a minha vida. Comecei o atletismo aqui. Estou totalmente integrada em Portugal, e então pensei, porque não?”

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Primeiro bebé proveta do Mundo

O dia 25 de Julho de 1978 foi um dia muito especial para o casal Leslie e John Brown, de Bristol, no Norte de Inglaterra. Mas também foi um dia especial para muitos casais em todo o mundo que estavam, até aí, impossibilitados de ter filhos naturalmente.

Leslie preparava-se para ser mãe do primeiro bebé-proveta de sempre!

A ciência continua a agradecer a Robert Edwards e Patrick Steptoe por um dia terem decidido investir anos de vida a conseguir recriar o milagre da vida num tubo de ensaio. "Comecei a fazer estudos com tecido ovárico humano recolhido em cirurgias. Mas tinha de conseguir fertilizar os ovócitos no laboratório", conta Edwards. As primeiras experiências de Pincus e Saunders, com coelhos, tinham mostrado que bastavam 12 horas para o amadurecimento e fertilização dos ovócitos no tubo de ensaio. Ter acreditado que esses resultados poderiam aplicar-se a células humanas custou-lhes vários desgostos. Até que chegou o dia em que Edwards decidiu então esperar 25 horas por três ovócitos que lhe restavam. “De repente, foi a alegria. Agora havia esperança para a fertilização 'in vitro'", comenta Edwards.

Foi assim, depois de dez anos de árduo trabalho, que nasceu o primeiro bebé-proveta do mundo, a famosa Louise Brown, uma bebé loura, gordinha, extrovertida e perfeitamente saudável que, aos 18 anos, conseguiu realizar o sonho de trabalhar com crianças.

Hoje, com 30 anos, Lousie Brown é feliz e deu à luz um bebé, de parto normal.

Hillary Clinton - Uma Mulher para a História?



A senadora Hillary Clinton é a favorita das pesquisas nacionais para ser a candidata democrata à Presidência nas eleições de novembro de 2008. Após amargar um terceiro lugar na primária de Iowa, Hillary ganhou novo fôlego ao conseguir uma vitória apertada sobre Barack Obama no caucus de New Hampshire.
A ex-primeira-dama apresenta-se como a candidata mais experiente, pronta para assumir o governo da maior potência mundial. Desta forma. a ex-primeira-dama pode se tornar 1ª mulher a ser presidente dos Estados Unidos da América na História!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Tenho orgulho em Ser Mulher!

Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora, é estar antes do ontem e depois do amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.Ser mulher é caminhar na dúvida cheia de certezas, é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.Ser mulher é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza, é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita, é esperar quando ninguém mais espera.Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa, é ser enganada e sempre dar mais uma chance, é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.Ser mulher é estar em mil lugares de uma só vez, é fazer mil papéis ao mesmo tempo, é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho.Ser mulher é se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas, é distribuir emoções que nem sempre são captadas.Ser mulher é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever, é construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas e ainda assim amá-las.Ser mulher é saber dar o perdão, é tentar recuperar o irrecuperável, é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu, é doar o que ainda não foi solicitado.Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor, é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.Ser mulher é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções.Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente.Ser mulher é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem, é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos e fincar a bandeira da conquista.Ser mulher é entender as fases da lua por ter suas própria fases. É ser "nova" quando o coração está a espera do amor, ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor, ser "cheia" quando ele já está transbordando de tanto amor e "minguante" quando esse amor vai embora.Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento de perdão, é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.Ser mulher é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.Ser mulher é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.Ser mulher é chorar calada as dores do mundo e em apenas um segundo já estar sorrindo.Ser mulher é subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.Ser mulher é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar cinderela quando a noite chega.Ser mulher é acima de tudo um estado de espírito, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.

* Autor desconhecido.
Retirado do site www.planetadamulher.com.br

O que é ser mulher neste início do século XXI?

"Não se nasce mulher, torna-se mulher". - Simone de Beauvoir

As mulheres hoje em dia, trabalham fora e têm o seu próprio dinheiro. Viajam sozinhas ou com um companheiro ocasional e não precisam mentir que são casadas na recepção dos hotéis. Podem fumar, conduzir, usar calças compridas, beber sozinhas num bar, tomar a iniciativa de uma saída. Divorciam-se, juntam-se, têm filhos de pais ausentes. De há um tempo para cá, temos que admitir que muita coisa mudou. Mudou tanto que desaprendemos algumas habilidades intrinsecamente femininas. Uma mulher contemporânea foi educada para ser independente, segura e autoconfiante. Antigamente, as mulheres tinham milhares de desvantagens, mas eram soberanas em diversos reinos: o do lar, o da moda, o da maternidade, o das convenções sociais. Elas eram educadas para transitar de forma segura nesses territórios. De alguma maneira, quando a batalha se dava em algum deles, a guerrilha feminina vencia. Existiam muitas armas psicológicas que podiam ser utilizadas nos limitados ambientes em que as mulheres actuavam com destreza.


Ser mulher, hoje, é seguramente muito diferente para cada uma de nós. Não existe um “Ser Mulher”, mas vários certamente. Cada uma terá os seus trunfos e as suas derrotas a relatar na relação entre sexos. As vitórias de umas serão derrotas para outras.
Profissionalmente também temos visões diferentes, sem dúvida. Algumas terão prazer (e a possibilidade) em ficar em casa e apreciar o crescimento dos filhos, outras preferem a emoção de uma ocupação agitada, o contacto com muita gente, desafios, obstáculos a ultrapassar, o prazer da conquista, e há também as que gostam de tudo um pouco e conciliam uma vida em casa com os filhos e uma profissão gerida à distância, ou desenvolvida em casa, ou a tempo parcial. Nem sempre cada uma tem o que prefere, o que teria sido uma opção. Nas oportunidades também não existe igualdade, nem entre sexos nem dentro do mesmo sexo. Vamos gerindo o que nos é dado e o que é conquistado da melhor forma. O que TODAS buscamos, acho que é igual ao que TODOS buscamos, A FELICIDADE. Uma palavra que engloba tudo o que lá quisermos colocar, tanto ou tão pouco.
Para mim ser mulher é ser eu própria, é sentir com força a vida, é fazer o que gosto, como gosto, é assumir que sou diferente e apreciar essa diferença. É dividir-me entre tudo o que gosto, repartir-me pelos muitos objectivos que tenho. É apreciar a sensualidade, a emotividade mas também a razão e a lógica. É gostar de partilhar, de ensinar e de aprender. É apreciar a companhia, mas também os tempos que passo só comigo. Esta é quem eu sou, e sou MULHER.