No princípio, Deus criou o Homem para habitar a Terra. Depois, veio uma mulher formada a partir dum pedacinho do homem.
Formas suaves e arrendadas, beleza incontestável, o par ideal para a masculinidade do seu companheiro. Estava completa a obra perfeita do Criador. Mas algo aconteceu que mudou essa perfeita sinergia. Os homens esqueceram que a mulher fora tirada de uma costela, não dos pés, para serem pisadas. Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho. Buda não permitia nem que os seus seguidores olhassem para as mulheres. No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante. Não é a toa que uma oração judaica dizia: “Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher”. Mas, convenhamos, isso tudo é dor de cotovelos. Os homens invejam-nos porque gostariam de ter a mesma força que uma mulher tem: um homem trabalha o dia todo e chega a casa feliz porque encontra todo o trabalho doméstico pronto; a mulher, mesmo depois de trabalhar o dia todo, ainda vem para casa e assegura o jantar, a roupa lavada e dobrada nas gavetas, os móveis impecáveis e o lar equilibrado. As mulheres são fortes o suficiente para fazer o necessário para atingir um ideal de beleza impingido pelos próprios homens mas estes só de pensar em depilação já se arrepiam dos pés à cabeça. Os homens acham que são melhores no seu emprego porque não têm desiquilibrios emocionais todos os meses nem precisam de tirar licença de parto; mas na verdade, as mulheres é que têm a dávida de gerar uma nova vida, algo que um homem nunca poderá fazer por muito que trabalhe...
Formas suaves e arrendadas, beleza incontestável, o par ideal para a masculinidade do seu companheiro. Estava completa a obra perfeita do Criador. Mas algo aconteceu que mudou essa perfeita sinergia. Os homens esqueceram que a mulher fora tirada de uma costela, não dos pés, para serem pisadas. Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho. Buda não permitia nem que os seus seguidores olhassem para as mulheres. No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante. Não é a toa que uma oração judaica dizia: “Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher”. Mas, convenhamos, isso tudo é dor de cotovelos. Os homens invejam-nos porque gostariam de ter a mesma força que uma mulher tem: um homem trabalha o dia todo e chega a casa feliz porque encontra todo o trabalho doméstico pronto; a mulher, mesmo depois de trabalhar o dia todo, ainda vem para casa e assegura o jantar, a roupa lavada e dobrada nas gavetas, os móveis impecáveis e o lar equilibrado. As mulheres são fortes o suficiente para fazer o necessário para atingir um ideal de beleza impingido pelos próprios homens mas estes só de pensar em depilação já se arrepiam dos pés à cabeça. Os homens acham que são melhores no seu emprego porque não têm desiquilibrios emocionais todos os meses nem precisam de tirar licença de parto; mas na verdade, as mulheres é que têm a dávida de gerar uma nova vida, algo que um homem nunca poderá fazer por muito que trabalhe...
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